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Já entramos num novo ano e 8 meses já se passaram depois do inicio da governação do executivo formado por Ulisses Correia e Silva. 

As eleições diretas para a eleição do novo presidente do movimento para a democracia já estão concretizadas com  o homem das Soluções a ser reeleito quase a 100% e tudo deverá manter-se como está internamente.

Concluídas as eleições internas no partido, o próximo passo, depois do congresso, certamente vai ser uma possível remodelação Governamental. É quase que inevitável que Ulisses Correia e Silva mantenha o elenco até ao final do ano.

Embora estes 8 meses foram marcados praticamente pela arrumação da casa e  a análise dos encargos deixados pelo executivo anterior, alguns ministros andaram a construir e a desconstruir muito rapidamente, outros a falar mais do que deviam e até parece que há quem já sente o desgaste de tanto ler e assinar documentos.

Se abrimos uma fenda no Governo ficamos com a ala intocável, formada por Ulisses Correia e Silva, Luís Filipe Tavares, Olavo Correia, Elísio Freire e Janine Lélis, os "boss" do partido. Estes  são os ministros natos que certamente se manterão até ao fim da legislatura sendo competentes ou não.

No fio da navalha está o restante do elenco, escolhido por mérito ou merecimento ou talvez por alegada competência, infelizmente os critérios do segundo plano na política. Mas quem deverá ser substituído?

O mediático Ministro da Cultura e das Industrias Criativas, Abraão Vicente,  que por ser mais jovem e com sangue mais quente conseguiu, logo no primeiro mês, deitar a casa do Mário Lúcio no fundo do Paiol, ofendendo a malta da cultura, e que também descasou a Imprensa estatal criou atrito com  a classe jornalística  e agora anda a "coçar a cabeça" de onde vai arranjar pensão para sustentar a Inforpress?

Será que cai  a ministra das infra-estruturas,  Eunice Silva, que ainda não devolveu a tranquilidade prometida ao pessoal de Chã das Caldeiras e prestou papelão ao ferir a sensibilidade dos mindelenses na primeira visita oficial?

Será a ministra  da Educação, Maritza Rosabal que por ser cubana e falar espanhol  quer mandar a língua portuguesa para o segundo plano e complicar ainda mais o sistema de ensino?

E o ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, que raio anda ele a fazer que ultimamente quase não ouvimos falar dele, embora os casos de crimes e insegurança sob a sua tutela continuam sempre mediáticos?

E ainda o que dizer do “super-ministro” José Gonçalves  dos encargos da  economia e ainda do  emprego e das outras  pastas  importantes?   Será mesmo que já anda cansado e quer chutar o balde?

Quem deve deixar o governo na primeira ronda de mudanças e quem deve manter-se? Quem na senda do partido, ou mesmo na sociedade civil acha que merecia estar no elenco governamental?

Deverá haver separação das pastas e surgir outros ministérios?

 Já agora "Meste mante ou meste muda"? Qual é a sua opinião?